O que é: O projeto é transformar os estados brasileiros em confederações autônomas, porém mantendo a integridade do Brasil. O Brasil então seria dividido em grupos e povos com culturas similares, sem deixar de perder a identidade brasileira ou se tornar vários países, onde cada grupo teria perfis parecidos de economia, cultura, história e geografia. Onde centenas de problemas do Brasil seriam resolvidos.
Cada um destas confederações teria seu próprio governo independente (que agiria como presidente da Confederação), constituição, código penal, economia, entre outros. Isso daria independência a cada região, valorizaria culturas, traria mais orgulho ao país, diminuiria o desemprego, aumentaria a economia do país, diminuiria a inflação e os impostos, entre outras coisas. E cada estado também seria soberano, mas com um país cada vez mais unido e com menos problemas.
Como seria: Existem dois projetos que poderia acontecer:
1) O Brasil criaria confederações, onde cada conjunto de estados autônomos, assim como funciona atualmente nos Estados Unidos. Todas as confederações unidas seriam comandados pelo Distrito Federal, apesar da independência.
Vantagens: Isso ajudaria para espalhar a industrialização, melhor políticas internacionais, diminuição de gastos federais, melhor administração, diminuição de impostos, leis especificas para cada região, valorização da cultura de cada região ao invés de tentar colocar dezenas de culturas em um mesmo saco, como é atualmente.
As Conderações:
- Conderação do Sul: Os atuais estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina com capital em Porto Alegre ou Curitiba.
- Confederação de São Paulo: O atual estado de São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com capital na cidade de São Paulo e integrando algumas cidades vizinhas a cidade de SP.
- Confederação da Guanabara: Os atuais estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, com a capital na cidade do Rio de Janeiro, integrando a cidade de Niterói ao município do Rio (onde ficariam os escritórios federais).
- Confederação da Amazônia: Os estados da região norte, com expansão da zona franca de Manaus. A capital seria em Belém.
- Confederação do Grão Pará: Atuais estados de Goiás, Tocantins e Amapá. A capital em Goiânia.
- Confederação do Nordeste: Estados do atual nordeste brasileiro, com capital em Recife.
Os novos estados brasileiros: Seria ampliado a quantidade de estados brasileiros, visando a expansão política e financeira do interior do Brasil, por isso, cada confederação teria a sua própria bolsa de valores. Cada estado vai ter o seu próprio governador e câmara estadual, além de mandar representantes para a câmara da sua confederação e eleger o seu próprio chefe de estado/governo.
Capital Federal e o Congresso Nacional: Ainda existiria o Distrito Federal (Brasília), como um estado neutro frente as demais confederações, mas cada confederação teria a sua estabilidade política, econômica e constitucional. Na capital ainda haveriam ministérios (com o poder de ser apenas um regulamentador). Haveria um parlamento com 4 representantes de cada confederação, eleitos por voto direto e não obrigatório, assim como a escolha do Primeiro Ministro (chefe de estado) e do Presidente (chefe de governo). Haveria em Brasília também uma Suprema Corte e as agências e departamentos do governo (ANATEL, DENATRAN, INFRAERO,...), mas com escritórios em cada capital das confederações. Já cada Confederação teria a sua própria Bolsa de Valores e poder judiciário.
Ministérios: Seriam apenas secretarias reguladoras, mas haveriam os ministérios em cada confederação.
Administrador das Confederações: Haveria eleições diretas para a escolha de um presidente (ou primeiro ministro) para cada confederação, além dos membros do parlamento no Distrito Federal.
Moeda: Continuaria o real, tendo apenas uma Casa da Moeda e um Banco Central, ambos pertencentes ao estado. Seria adotado o sistema do estado mínimo, expandindo a privatização e diminuindo os impostos.
Mudanças seriam muitas, mas seria todas positivas, desde os estados mais ricos (que ganhariam mais politicamente) até os estados mais pobres (que ganhariam financeiramente). As confederações ainda prestariam tributos a capital, haveria ainda a bandeira do Brasil, as seleções brasileira de desportos, o hino nacional e identificação.
Nesse site mostraremos alguns exemplos de confederações em conjuntos de estados. Outras combinações também seriam possíveis, apenas estamos dando a nossa ideia inicial.
Cada um destas confederações teria seu próprio governo independente (que agiria como presidente da Confederação), constituição, código penal, economia, entre outros. Isso daria independência a cada região, valorizaria culturas, traria mais orgulho ao país, diminuiria o desemprego, aumentaria a economia do país, diminuiria a inflação e os impostos, entre outras coisas. E cada estado também seria soberano, mas com um país cada vez mais unido e com menos problemas.
Como seria: Existem dois projetos que poderia acontecer:
1) O Brasil criaria confederações, onde cada conjunto de estados autônomos, assim como funciona atualmente nos Estados Unidos. Todas as confederações unidas seriam comandados pelo Distrito Federal, apesar da independência.
Vantagens: Isso ajudaria para espalhar a industrialização, melhor políticas internacionais, diminuição de gastos federais, melhor administração, diminuição de impostos, leis especificas para cada região, valorização da cultura de cada região ao invés de tentar colocar dezenas de culturas em um mesmo saco, como é atualmente.
As Conderações:
- Conderação do Sul: Os atuais estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina com capital em Porto Alegre ou Curitiba.
- Confederação de São Paulo: O atual estado de São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com capital na cidade de São Paulo e integrando algumas cidades vizinhas a cidade de SP.
- Confederação da Guanabara: Os atuais estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, com a capital na cidade do Rio de Janeiro, integrando a cidade de Niterói ao município do Rio (onde ficariam os escritórios federais).
- Confederação da Amazônia: Os estados da região norte, com expansão da zona franca de Manaus. A capital seria em Belém.
- Confederação do Grão Pará: Atuais estados de Goiás, Tocantins e Amapá. A capital em Goiânia.
- Confederação do Nordeste: Estados do atual nordeste brasileiro, com capital em Recife.
Os novos estados brasileiros: Seria ampliado a quantidade de estados brasileiros, visando a expansão política e financeira do interior do Brasil, por isso, cada confederação teria a sua própria bolsa de valores. Cada estado vai ter o seu próprio governador e câmara estadual, além de mandar representantes para a câmara da sua confederação e eleger o seu próprio chefe de estado/governo.
Capital Federal e o Congresso Nacional: Ainda existiria o Distrito Federal (Brasília), como um estado neutro frente as demais confederações, mas cada confederação teria a sua estabilidade política, econômica e constitucional. Na capital ainda haveriam ministérios (com o poder de ser apenas um regulamentador). Haveria um parlamento com 4 representantes de cada confederação, eleitos por voto direto e não obrigatório, assim como a escolha do Primeiro Ministro (chefe de estado) e do Presidente (chefe de governo). Haveria em Brasília também uma Suprema Corte e as agências e departamentos do governo (ANATEL, DENATRAN, INFRAERO,...), mas com escritórios em cada capital das confederações. Já cada Confederação teria a sua própria Bolsa de Valores e poder judiciário.
Ministérios: Seriam apenas secretarias reguladoras, mas haveriam os ministérios em cada confederação.
Administrador das Confederações: Haveria eleições diretas para a escolha de um presidente (ou primeiro ministro) para cada confederação, além dos membros do parlamento no Distrito Federal.
Moeda: Continuaria o real, tendo apenas uma Casa da Moeda e um Banco Central, ambos pertencentes ao estado. Seria adotado o sistema do estado mínimo, expandindo a privatização e diminuindo os impostos.
Mudanças seriam muitas, mas seria todas positivas, desde os estados mais ricos (que ganhariam mais politicamente) até os estados mais pobres (que ganhariam financeiramente). As confederações ainda prestariam tributos a capital, haveria ainda a bandeira do Brasil, as seleções brasileira de desportos, o hino nacional e identificação.
Nesse site mostraremos alguns exemplos de confederações em conjuntos de estados. Outras combinações também seriam possíveis, apenas estamos dando a nossa ideia inicial.
