Capital: A capital seria na cidade de Porto Alegre.
Sede do Poder Legislativo e Executivo: Palácio Piratini (Atual sede do governo Estadual do Rio Grande do Sul). O sistema político nessa região seria um semipresidencialismo.

Sede do Poder Judiciário: Palácio Farropilha

Construções em Porto Alegre: Seria construído um moderno edifício no centro da cidade de Porto Alegre, onde seria a sede do Governo Estadual do Rio Grande do Sul.
Prefeitura de Porto Alegre: Solar da Câmara

Ministérios e Agências: Os demais prédios da Confederação e Ministérios seriam construídos em diversos pontos da cidade para não atrapalhar o trânsito de veículos.
Bolsa de Valores: A Bolsa de Valores e Capital Financeira estaria localizada em Curitiba, devido ao fato de ser a cidade mais rica e a mais populosa da região. Não seria construído grandes prédios na cidade para continuar com o ar clássico que a cidade já tem, porém partiria de Curitiba um sistema de trens que cortariam as principais cidades da Confederação.
Economia: O dinheiro relacionado a agricultura e pecuária de cada um destes estados seria autônoma, ou seja, cada estado teria uma economia particular, exceto pela Energia Elétrica e pela Distribuição de Água, o qual seria administrado pelo Parlamento, exceto no caso da Usina Hidrelétrica de Itaipú que seria administrada pelos estados brasileiros e do Paraguaí, como no contrato inicial.
Confederação do Rio Grande do Sul: Primeiro, o Brasil tem perdido consideravelmente sua cultura devido ao tamanho de sua extensão geográfica. E o Rio Grande do Sul está entre os que tem tido sua cultura mais desvalorizada ou até misturada com mentiras de outros estados.
O Folclore Gaúcho tem desaparecido da nossa cultura, enquanto folclore nortistas tem se mixado com folcores nordestinos, formando uma mistura que ao invés de ajudar o crescimento de diversas culturas brasileiras, ao contrário, tem colocado em extinção principalmente pelo fato de sabermos que o mundo inteiro tem seguido uma tendência cultural norte-americana e o fato de diversas culturas brasileiras estarem em extinção para exaltação de outras. Daqui algumas décadas toda a cultura gaúcha será deixada de lado para a sobrevivência do "oficial" folclore brasileiro
Outro fator é o lazer cultural que está no sangue gaúcho e que se diferencia demais do restante do Brasil. "A arte, a poesia, o churrasco, o chimarrão, a bombacha, o comportamento social, a lida campeira... personalizam seu hábito e tradição que, de geração em geração, perpetuam suas raízes."
O gaúcho é um povo que se sente bem com sua própria cultura e tais influências. O gaúcho gosta de sentir-se gaúcho e gosta dos seus hábitos diários. E o Brasil tem amassado essa identidade que este povo tanto ama. Assim como diz a bela frase:
Sede do Poder Legislativo e Executivo: Palácio Piratini (Atual sede do governo Estadual do Rio Grande do Sul). O sistema político nessa região seria um semipresidencialismo.
Sede do Poder Judiciário: Palácio Farropilha
Construções em Porto Alegre: Seria construído um moderno edifício no centro da cidade de Porto Alegre, onde seria a sede do Governo Estadual do Rio Grande do Sul.
Prefeitura de Porto Alegre: Solar da Câmara
Ministérios e Agências: Os demais prédios da Confederação e Ministérios seriam construídos em diversos pontos da cidade para não atrapalhar o trânsito de veículos.
Bolsa de Valores: A Bolsa de Valores e Capital Financeira estaria localizada em Curitiba, devido ao fato de ser a cidade mais rica e a mais populosa da região. Não seria construído grandes prédios na cidade para continuar com o ar clássico que a cidade já tem, porém partiria de Curitiba um sistema de trens que cortariam as principais cidades da Confederação.
Economia: O dinheiro relacionado a agricultura e pecuária de cada um destes estados seria autônoma, ou seja, cada estado teria uma economia particular, exceto pela Energia Elétrica e pela Distribuição de Água, o qual seria administrado pelo Parlamento, exceto no caso da Usina Hidrelétrica de Itaipú que seria administrada pelos estados brasileiros e do Paraguaí, como no contrato inicial.
Confederação do Rio Grande do Sul: Primeiro, o Brasil tem perdido consideravelmente sua cultura devido ao tamanho de sua extensão geográfica. E o Rio Grande do Sul está entre os que tem tido sua cultura mais desvalorizada ou até misturada com mentiras de outros estados.
O Folclore Gaúcho tem desaparecido da nossa cultura, enquanto folclore nortistas tem se mixado com folcores nordestinos, formando uma mistura que ao invés de ajudar o crescimento de diversas culturas brasileiras, ao contrário, tem colocado em extinção principalmente pelo fato de sabermos que o mundo inteiro tem seguido uma tendência cultural norte-americana e o fato de diversas culturas brasileiras estarem em extinção para exaltação de outras. Daqui algumas décadas toda a cultura gaúcha será deixada de lado para a sobrevivência do "oficial" folclore brasileiro
Outro fator é o lazer cultural que está no sangue gaúcho e que se diferencia demais do restante do Brasil. "A arte, a poesia, o churrasco, o chimarrão, a bombacha, o comportamento social, a lida campeira... personalizam seu hábito e tradição que, de geração em geração, perpetuam suas raízes."
O gaúcho é um povo que se sente bem com sua própria cultura e tais influências. O gaúcho gosta de sentir-se gaúcho e gosta dos seus hábitos diários. E o Brasil tem amassado essa identidade que este povo tanto ama. Assim como diz a bela frase:
"E o Rio Grande para nós é como Sol, longe dele não há vida... é só saudade..."
Outro ponto é a Política Brasileira. O Sul do Brasil tem um funcionamento político totalmente diferente do restante do Brasil, devido a cultura gaúcha ser bem independente de qualquer outra existente no mundo. E por isso, por exemplo a Constituição Brasileira não funciona no Brasil. Projetos, leis, mídia e cultura nestes estados são diferentes. Um sistema de Parlamento funcionaria bem melhor no sul do que o atual adotado pelo país.
A economia é outro ponto:
Graças a integração do Brasil, o Sul do país tem deixado de ganhar milhões em seu PIB. "Ao longo de todos estes anos, o Rio Grande do Sul, outrora celeiro da produção de grãos, carnes, indústrias calçadistas, entre outras culturas, hoje perdeu poder de barganha. A proporcionalidade do voto, criminosamente desigual na representatividade do sufrágio universal, tem sido um dos álibis para desviar fortunas, de regiões extremamente produtivas, em favor de regiões servidas pelo cartelismo clientelista do Palácio do Planalto, aliciadas pela curriola de políticos investidos dos piores vícios contra seu próprio povo e sua gente."
Ao invés destes produtos terem o reconhecimento necessário, o fato da economia pecuária estar centrada politicamente em São Paulo e estados do Nordeste do Brasil, e pelo fato do Sul não contar com uma Bolsa de Valores própria, os três estados sulistas tem perdido grande influência na economia nacional.
Os estados do sul do Brasil, assim como o Rio de Janeiro, investem muito mais com impostos e economia nacional, enquanto não tem recebido nenhum investimento em troca vindo do governo federal. O Sul do Brasil tem 8% do PIB Nacional e tem 6% da população brasileira, porém foi contemplado com a rúbrica dos investimentos com apenas 3%.
A economia é outro ponto:
Graças a integração do Brasil, o Sul do país tem deixado de ganhar milhões em seu PIB. "Ao longo de todos estes anos, o Rio Grande do Sul, outrora celeiro da produção de grãos, carnes, indústrias calçadistas, entre outras culturas, hoje perdeu poder de barganha. A proporcionalidade do voto, criminosamente desigual na representatividade do sufrágio universal, tem sido um dos álibis para desviar fortunas, de regiões extremamente produtivas, em favor de regiões servidas pelo cartelismo clientelista do Palácio do Planalto, aliciadas pela curriola de políticos investidos dos piores vícios contra seu próprio povo e sua gente."
Ao invés destes produtos terem o reconhecimento necessário, o fato da economia pecuária estar centrada politicamente em São Paulo e estados do Nordeste do Brasil, e pelo fato do Sul não contar com uma Bolsa de Valores própria, os três estados sulistas tem perdido grande influência na economia nacional.
Os estados do sul do Brasil, assim como o Rio de Janeiro, investem muito mais com impostos e economia nacional, enquanto não tem recebido nenhum investimento em troca vindo do governo federal. O Sul do Brasil tem 8% do PIB Nacional e tem 6% da população brasileira, porém foi contemplado com a rúbrica dos investimentos com apenas 3%.
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